Atualmente, as construtoras compram como consumidores finais, por meio do CPF, e portanto, não pagam a substituição tributária direta. Dessa forma, o preço para os lojistas fica 15% mais caro em comparação com as construtoras.
O presidente da ACOMAC, Luiz Adonir Vargas, explica que foi solicitado ao governo que seja revisto o atual modelo tributário das empresas do setor.
No Rio Grande do Sul há mais de duas mil lojas de material elétrico, ferragens, ferros, madeiras, tintas e decoração.